quinta-feira, 31 de julho de 2014

Momento Eureka: Inovação - Invenção - Lead Users - JTBD

Quando somos colocados em contato ou assistimos um vídeo demonstração de um novo produto inovador e curioso pela sua solução criativa, nos admiramos, mas é tão simples !! ou questionamos, como ninguém pensou nisso antes? Vejam no filme a seguir a Ferrramenta Soquete Gator Grip. É impressionante o que a criatividade pode fazer. O invento é especialmente matador e tem tudo para dar certo




Agora podemos tratar de outra invenção e perspectiva, as malas que por séculos eram carregadas no braço ou mesmo arrastadas. Aconteceu no aeroporto, quando o Sr Bernard Sadow em 1970 mudou a nossa vida de carregadores de malas. Abaixo é descrito (no New York Times) o seu momento Eureka:
...... Mr. Sadow, ..., teve seu momento Eureka em 1970, ele carregava duas malas pesadas por um aeroporto quando regressava de férias com a família em Aruba. À espera na alfândega, ele disse, que observou um trabalhador sem esforço rolando deslizando com rodas uma máquina pesada .
"Eu disse à minha esposa: 'Sabe, isso é o que precisamos para as bagagens'", lembrou o Sr. Sadow. Quando voltou a trabalhar, ele tirou  fora as rodas de 
 um guarda-roupa e os montou em uma grande mala de viagem. "Eu coloquei uma alça na frente e puxei, e deu certo", disse ele.
Esta invenção, para a qual ele detém a patente nos Estados Unidos que é a No 3653474, "Rolling bagagem," não decolou imediatamente, no entanto pacientemente tomou conta do mercado.




No início as rodinhas não chegavam inteiras entre os aeroportos, mas com o tempo e o surgimento de plásticos cada vez mais resistentes e criatividade e invetividade adicional, as soluções são robustas hoje. 

Em 1989 um upgrade e mudança de paradigma: O piloto  Bob Plath da Northwest Airlines desenvolve a mala Rollborad para tripulantes.

possibly plath
O que podemos dizer é que demorou um tempão. Vejam bem, a roda que é a invenção mais complicada da solução tem milhares de anos. Outra percepção, foram usuários de malas e não alguém que trabalha com este produto que criaram as soluções. Este fato apoia a teoria dos Lead Users do Professor Eric von Hippel do Sloan School - MIT. Mais informação sobre o trabalho do professor e sua teoria clickar aqui.
Naquele tempo o design thinking não existia, nem mesmo o design se cruzava ou se integrava aos temas engenharia e marketing com muita frequência. Curiosidade, será por isso que as rodas demoraram em chegar nas malas das famosas marcas de luxo como Louis Vitton ou Gucci, estas são caríssimas e na maioria dos modelos ainda não tem rodinhas. Como não são os donos que as carregam!!. Porém, no final dos anos 1990 os carregadores diminuíram e surgem um pouco menos frescura no dia a dia dos ricos, fez com que as marcas de luxo começassem a colocar rodinhas nas malas.
Paris Hilton Louis Vuitton Luggage
O momento Eureka, normalmente é um acontecimento que não pode ser previsto, mas acredito que podemos melhorar nossa condição mental e espiritual para este momento. Podemos treinar nossa mente a uma disposição à curiosidade, especialmente mudando nosso paradigma de raciocínio de como identificar oportunidades de inovação. Precisamos raciocinar pela lógica conhecida por "Jobs to Be Done - JTBD" (Tarefa a Ser Feita), condicionando-nos a responder com eficácia a uma possibilidade de um momento Eureka.

JTBD
Theodore Levitt dizia aos alunos:
O que a pessoa quer não é a furadeira de ½", é um furo de ½" !

Seguindo o pensamento JTBD as pessoas "contratam" os produtos ou serviços para ajudá-los a realizar uma tarefa, trabalho ou solucionar um problema. Não porque simplesmente "deu na telha comprar alguma coisa." Mesmo em nossa sociedade capitalista e de consumo, não todos somos impulsivos nas compras. Por isso, as pessoas na maioria das vezes contratam produtos e serviços, por que precisam de produtos ou serviços para ajudá-los a realizar alguma tarefa ou trabalho. Estas tarefas podem ser Funcionais ou/e Emocionais (Sociais e Pessoais). No quadro geral, existem as tarefas principais e as auxiliares. Para esta nova forma de ver o levantamento das necessidades o elemento de análise não são mais as pessoas ou o que elas estão pensando, senão a tarefa será o principal elemento de análise.


Compramos ou melhor contratamos uma mala Louis Vuitton, mais por uma necessidade Emocional - Social do que funcional, "como desejamos ser percebidos pelos outros". Ou compramos uma mala com rodinhas com determinadas especificações físicas e dimensionais para atender o que temos como necessidade, "de uma tarefa funcional a realizar as tarefas de organizar, proteger e facilitar o transporte de nossos pertences". Também podemos querer comprar uma mala de cor vermelha, por que gostamos muito desta cor específica ou em outras palavras, importa bastante "como nos sentimos bem e melhor com essa característica", esta é a necessidade de uma Tarefa Emocional - Pessoal. 
Por outro lado, existem vários graus e situações de satisfação com relação às tarefas que realizamos hoje e a nossa expectativa de resultados quando contratamos produtos e serviços para realizá-las. Podemos ter casos de estarmos bem satisfeitos com o produto ou serviço que nos ajudam a realizar a tarefa. Da mesma maneira, mesmo satisfeitos o produto pode oferecer mais do que um cliente espera utilizar do produto (ex. usuários comuns do Computador Pessoal, normalmente usam bem menos do poder de utilidade da máquina). Em outros casos podemos estar insatisfeitos com a solução atual (com resultados incompleto) ou a não existência de uma solução para o desejado resultado esperado da tarefa.
No outro extremo do quadro, existem casos em que as soluções existentes são difíceis ou exigem de certas competências do consumidor para utilizar o produto. Também, existem restrições legais e econômicas, gerando segmentos de consumo, como também de não consumo. 
Com as necessidades extraídas ou identificadas podemos facilitar o momento Eureka, seja pela inventividade, criatividade ou a descoberta de algo que faz realmente sentido.


Se analisarmos o relato do momento Eureka de Bernard Sadow, a identificação da tarefa, a solução vieram juntas e especialmente o questionamento e a mente curiosa, porque isto é assim? ou porque esta tarefa não pode ser realizada com esta outra solução existente e totalmente diferente? 
A descoberta de algo existente e aproveitável para solucionar outros problemas existentes, é o que normalmente move a inovação nestes tempos de informação e inventividade desenfreada. A grande sacada da inovação vem com a prática e disciplina, esta exige cada vez mais mente alerta, curiosidade, observação, comparação, informação, conhecimentos (diversos), cultura, experimentação e prototipagem, polinização cruzada e sentir que tudo pode melhorar.



sexta-feira, 25 de julho de 2014

Os emails de Nadella (novo CEO) e a Visão para a Microsoft

Satya Nadella é o novo CEO da Microsoft Corp, substituindo Steve Ballmer. 
O memo é muito interessante, descreve um pouco quem é Sarya Nadella e aponta  sinais de que a Microsoft  seguirá o percurso e o time das tendências, inovando nos campos do Cloud Computing, Mobile e outras cositas mais. 

Abaixo o e-mail de Satya Nadella aos empregados no seu primeiro dia.



Bold Ambition & Our Core
From: Satya Nadella
To: All Employees
Date: July 10, 2014 at 6:00 a.m. PT
Subject: Starting FY15 - Bold Ambition & Our Core

Satya Nadella's email to employees on first day as Microsoft CEO

Today is a very humbling day for me. It reminds me of my very first day at Microsoft, 22 years ago. Like you, I had a choice about where to come to work. I came here because I believed Microsoft was the best company in the world. I saw then how clearly we empower people to do magical things with our creations and ultimately make the world a better place. I knew there was no better company to join if I wanted to make a difference. This is the very same inspiration that continues to drive me today.

It is an incredible honor for me to lead and serve this great company of ours. Steve and Bill have taken it from an idea to one of the greatest and most universally admired companies in the world. I've been fortunate to work closely with both Bill and Steve in my different roles at Microsoft, and as I step in as CEO, I've asked Bill to devote additional time to the company, focused on technology and products. I'm also looking forward to working with John Thompson as our new Chairman of the Board.

While we have seen great success, we are hungry to do more. Our industry does not respect tradition - it only respects innovation. This is a critical time for the industry and for Microsoft. Make no mistake, we are headed for greater places - as technology evolves and we evolve with and ahead of it. Our job is to ensure that Microsoft thrives in a mobile and cloud-first world.

As we start a new phase of our journey together, I wanted to share some background on myself and what inspires and motivates me.

Who am I?

I am 46. I've been married for 22 years and we have 3 kids. And like anyone else, a lot of what I do and how I think has been shaped by my family and my overall life experiences. Many who know me say I am also defined by my curiosity and thirst for learning. I buy more books than I can finish. I sign up for more online courses than I can complete. I fundamentally believe that if you are not learning new things, you stop doing great and useful things. So family, curiosity and hunger for knowledge all define me.

Why am I here?

I am here for the same reason I think most people join Microsoft - to change the world through technology that empowers people to do amazing things. I know it can sound hyperbolic - and yet it's true. We have done it, we're doing it today, and we are the team that will do it again.

I believe over the next decade computing will become even more ubiquitous and intelligence will become ambient. The coevolution of software and new hardware form factors will intermediate and digitize - many of the things we do and experience in business, life and our world. This will be made possible by an ever-growing network of connected devices, incredible computing capacity from the cloud, insights from big data, and intelligence from machine learning.

This is a software-powered world.

It will better connect us to our friends and families and help us see, express, and share our world in ways never before possible. It will enable businesses to engage customers in more meaningful ways.

I am here because we have unparalleled capability to make an impact.

Why are we here?

In our early history, our mission was about the PC on every desk and home, a goal we have mostly achieved in the developed world. Today we're focused on a broader range of devices. While the deal is not yet complete, we will welcome to our family Nokia devices and services and the new mobile capabilities they bring us.

As we look forward, we must zero in on what Microsoft can uniquely contribute to the world. The opportunity ahead will require us to reimagine a lot of what we have done in the past for a mobile and cloud-first world, and do new things.

We are the only ones who can harness the power of software and deliver it through devices and services that truly empower every individual and every organization. We are the only company with history and continued focus in building platforms and ecosystems that create broad opportunity.

Qi Lu captured it well in a recent meeting when he said that Microsoft uniquely empowers people to "do more." This doesn't mean that we need to do more things, but that the work we do empowers the world to do more of what they care about - get stuff done, have fun, communicate and accomplish great things. This is the core of who we are, and driving this core value in all that we do - be it the cloud or device experiences - is why we are here.

What do we do next?

To paraphrase a quote from Oscar Wilde - we need to believe in the impossible and remove the improbable.

This starts with clarity of purpose and sense of mission that will lead us to imagine the impossible and deliver it. We need to prioritize innovation that is centered on our core value of empowering users and organizations to "do more." We have picked a set of high-value activities as part of our One Microsoft strategy. And with every service and device launch going forward we need to bring more innovation to bear around these scenarios.

Next, every one of us needs to do our best work, lead and help drive cultural change. We sometimes underestimate what we each can do to make things happen and overestimate what others need to do to move us forward. We must change this.

Finally, I truly believe that each of us must find meaning in our work. The best work happens when you know that it's not just work, but something that will improve other people's lives. This is the opportunity that drives each of us at this company.

Many companies aspire to change the world. But very few have all the elements required: talent, resources, and perseverance. Microsoft has proven that it has all three in abundance. And as the new CEO, I can't ask for a better foundation.

Let's build on this foundation together.

Satya

Outros links interessantes comentando a Visão de Nadella para a grande Microsoft que parece precisará encolher passando a faca em 18.000 colaboradores. 

Microsoft to slash 18,000 jobs in deepest cuts in tech giant's history

Microsoft is embarking on the deepest cuts to its workforce in its 39 year history, axing 18,000 jobs over the next year, as it absorbs its newly acquired Nokia phone business and takes out layers of management.


The new boss of the US company is cutting one in seven of the tech giant’s 127,000 global workforce as it attempts to integrate the Finnish business it acquired in April for $7.2bn."

Satya Nadella’s Vision For A New Microsoft

Nadella’s Challenge Is to ‘Reinvent Productivity’ — and Microsoft

segunda-feira, 9 de junho de 2014

A NECESSIDADE É A MÃE DA INVENÇÃO - UMA GRANDE CHANCE DE RESULTAR EM INOVAÇÃO

No portal TheBetterIndia encontrei este exemplo de uma invenção com uma magnífica proposta de valor.

Conheça Remya Jose de 14 anos. Ela é a inventora da máquina washing-cum-exercise que lhe valeu um Prêmio Nacional. Durante seu 10º  nível (sistema de educação indiano), sua mãe adoeceu e o pai estava passando por tratamento médico. Remya tinha que pegar três ônibus, indo e vindo da escola e passar cerca de duas horas em cada sentido. Como não havia máquina de lavar roupa em casa, a tarefa de lavar a roupa caiu sobre ela e sua irmã gêmea. Então, ao invés de apenas desejar inutilmente uma máquina de lavar, ela decidiu tentar colocar as mãos na massa durante as férias!

Aproveitar o exercício físico e ao mesmo tempo cumprir com uma atividade fundamental no dia a dia. No lugar de deixar esta energia ou esforço de trabalho numa academia, o esforço é transferido de forma a criar valor contribuindo com aumento da produtividade das famílias de forma saudável e sustentável.
Este é um belo exemplo de uma inovação se bem explorada. Vai precisar um pouco de engenharia de produto e produção (confiabilidade, qualidade e fácil de produzir para ganhar escala) e uma boa pitada de Marketing e Modelo de Negócio orientado para a base da pirâmide.

Veja o que Remya inventou no vídeo:



Poderiamos categorizar esta inovação em potencial conforme dois padrões:

- Lead Users (von Hippel);
- Inovação na Base da Pirâmide (Prahalad).


quinta-feira, 8 de maio de 2014

MIT anuncia ganhadores do prêmio Inovadores com menos de 35 anos Brasil

Repasso este evento importante da primeira edição brasileira do prêmio MIT Technology Review Inovadores com menos de 35 anoscom o apoio da BBVA e da FINEP, anuncia os dez jovens inovadores do Brasil capazes de gerar um impacto real e positivo, em diferentes segmentos tecnológicos.

MIT tem como proposta reconhecer jovens com menos de 35 anos que apresentem projetos criativos, que suscitem soluções para áreas de maiores preocupações da sociedade.

Estas soluções vão desde um software que otimiza o diagnóstico de doenças genéticas raras, uma plataforma de educação adaptada para personalizar o ensino em escolas e universidades, até um sistema de recolhimento de dados com telefones celulares de baixo alcance com a finalidade de melhorar a gestão de problemas sociais, entre outros.

O evento acontece no dia 13 de maio, às 17h30, na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, onde os vencedores brasileiros apresentarão seus projetos.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Depois do WhatsApp, Facebook compra a Oculus VR por US$ 2 bi

Depois do WhatsApp, Facebook compra a Oculus VR por US$ 2 bi:

What Oculus’s $2 billion payday teaches us about innovation


O facebook não está mostrando claramente quais são suas intenções ou estratégia para este tipo de aquisição, especialmente a compra de um artefato de hardware. Mesmo Zuckerberg dizendo que a missão (super ampla) do Facebook seja "tornar o mundo mais aberto e conectado" não responde o objetivo disto. 

No futuro vamos ver o que tem por traz desta nova bilionária aquisição. Será que é uma reação ao lançamento do Google Glasses?. Talvez seja possível ser um investimento em interfaces / hardware, é apostar em melhorar as experiencias com internet e infoproducts, especialmente na dimensão do entretenimento que inicialmente é o principal foco da empresa original Oculus VR.

How resource scarcity is driving the third Industrial Revolution | McKinsey & Company

How resource scarcity is driving the third Industrial Revolution | McKinsey & Company:

Vídeo e Texto mostram as questões e fatos da nova Revolução.

O especialistas da Mckinsey & Company acreditam que as necessidades e as inovações tecnológicas (relativas a energia, água, alimentos, infra, etc) irão no médio prazo provocar uma verdadeira Revolução nos Recursos, ao contrário do que acontece com as previsões nada otimistas de um futuro onde tudo que é recurso vital irá faltar. A algum tempo tenho a previsão de que para o médio prazo existe uma certeza de que vai faltar água. Mas os cenários e as novas tecnologias, especialmente as desenvolvidas pela GE do reaproveitamento da água dos esgotos, me estão fazendo mudar de ideia. 
A arena está nas TI e as novas Tecnologias Industriais. Em especial as novas Tecnologias de Produção de Energia são uma das grandes apostas do capitalismo atual. A batalha está concentrada na busca de maior produtividade das conhecidas novas fontes energéticas e especialmente no armazenamento de energia (baterias) que é a principal substituto da energia suxa (hidrocarbono).
O aumento da complexidade das tecnologias de produção é impressionante e mostra que muitas empresas poderão falhar pela necessidade de ter que modificar seu modelo de negócios durante o processo e toda sua gestão de conhecimento (competências e capacidades). Empresas que trabalham com um leque de conhecimentos e competências muito mais diversificadas das industrias tradicionais.
Estas tecnologias são prioridade na maioria dos países desenvolvidos e alguns dos BRICS (China) estão na corrida. Minha percepção inicial é que esta pode criar novas dependências e mudanças nos eixos do poder tecnológico, fluxos de capital e os que forem mais rápidos ganham.

terça-feira, 18 de março de 2014

Vicente Falconi - A educação precisa de resposta

O meu post anterior comenta um pouco de algumas propostas de soluções inovadoras para a educação do país, como também minha revolta com o sistema de educação monolítico que oferecemos a nossas crianças e jovens (mesmo privado e público). Assistam a Falconi o guru da gestão brasileira que expressa da mesma maneira o seu sentimento sobre o sistema de educação brasileiro, que para ele "está completamente errado!!".

Lembremos que a Inovação é uma das respostas para alcançar grande desempenho!! Não é mais uma reforma o que vai dar solução. Precisamos de um novo modelo mental e buscar soluções consistentes pensando diferente a educação. O único que temos claro é que as prioridades devem ser as crianças e jovens que fazem parte do Ensino Fundamental e Médio e que os professores são os elementos fundamentais para melhorar a qualidade no sistema. Por isso professores devem ser o melhor de nosso capital humano. "Políticas e estratégia país" muito claras na Finlândia e na Coreia do Sul que são atualmente considerados e medidos (PISA) como os melhores. Nestes países professores de educação básica ganham salários de médicos e engenheiros.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Paulo Blikstein: Educador e Inovador de Primeira Linha

Paulo Blinkstein sintetiza uma visão bem pé no chão de como tratar o problema crônico da educação, e esclarece que a questão é sistêmica e que os problemas e soluções devem usar abordagens para tratar problemas complexos, Para esta tarefa o país precisa de pessoas competentes para encontrar as soluções.
Paulo é um engenheiro formado pela Poli/USP com Doutorado em educação e atualmente é Professor na Stanford University (SU) e diretor do Centro Lemann de Standford. O centro foi criado para criar uma massa crítica de profissionais preparados para tratar soluções para este problema hiper complexo. O perfil desejado que ser formar neste centro são pessoas que dominem os mundos da Inovação, Avaliação e Políticas Públicas.
Entre os vários temas tratados de forma inteligente nas entrevistas, um ponto que eu compartilho e que me deixa por um lado impressionado e deprimido por outro.  Paulo em poucas palavras nos lembra do desastre diário provocado pelo nosso sistema de educação, concebido para a era industrial, tornando-se a principal causa de desperdício de talento humano no país, desmotivando as crianças e jovens a querer aprender sempre. Me questiono é difícil de enxergar? Como deixamos isto acontecer?

O Manhattan Connection fez estas micro entrevistas com Paulo que valem a pena ser assistidas.
Vale a pena também ler a entrevista no Estadão "O Brasil precisa de consenso sobre o que quer na educação"








quarta-feira, 12 de março de 2014

Banda Larga 1000 x > que 4G: Artemis Networks' pCell Technology

O amigo Celso me mandou um link da revista Exame com esta notícia da nova tecnologia revolucionária ARTEMIS.

)

Artemis tem potencial de mudar muita coisa. Ela cria uma inflexão ascendente e acelera o processo na curva S de tecnologias de transferência de dados wireless, chegando a uma melhoria prometida de 1000x.
Possibilidade de migração de valor de mercado para negócios como Netflix.  O Youtube talvez poderá viabilizar seus canais pagos e ganhar mais do que obtêm com suas propagandas irritantes no inicio dos vídeos em seus canais livres.  A multidão de TV´s por assinatura que se cuidem, esta tecnologia habilita a nova onda da TV mobile com capacidade de personalização, criar interatividade diferenciada, superando em muito a TVdigital e fortalecer ou mesmo viabilizar modelos de negócios orientados ao mobile e outras propostas como o iTV (da Apple, Google, entre muitos entrantes mesmo substitutos), Estou impressionado com o que pode fazer com a comunicação, mídias sociais, poder ir além da telefonia que conhecemos,como é o caso da telepresença, poder criar valo e uma reviravolta no ensino online, até mesmo viabilizar os óculos conectados da Google. É mais uma tecnologia que promete muita coisa, não é solução de todos os obstáculos existentes, mas que muda as regras do jogo, muda sim!. Poderá ser no curto e médio prazo, até outro criar outra curva  e destruir e criar algo melhor novamente, é isso que espero, e que seja mais disruptivo mercado abaixo.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Zara é um modelo para estudo



Zara se destaca pelo seu modelo de negócios com um supply chain de altíssimo desempenho e uma proposta de valor diferenciada, que garante uma vitrine atualizada em tendências e produtos de alta qualidade.
A filosofia e o modelo de negócios estão integrados na ideia que este tipo de varejo deve ser concebido e gerido como é o setor de hortifrutigranjeiro nos melhores supermercados. Os produtos devem ser frescos e ter claro que são perecíveis. Para isto a gestão da cadeia de valor, que compreende o desenvolvimento, produção e distribuição que deve estar alinhada e integrada. Zara consegue prever tendências de moda, escolher padrões e cores, projetar, gerenciar os fornecedores de matérias primas e os que produzem no custo alvo e distribuir / entregar nas milhares de lojas espalhadas pelo planeta. Destacamos também a gestão da sazonalidade e precificação, tudo isto com precisão e maestria inigualável. Além disto tremendamente global. No site oficial da empresa podem ver o tamanho do reino Zara. São aproximadamente 5500 lojas em 82 países.
Zara merece de nosso tempo para entender e apreciar como a inovação pode fazer uma grande diferença em qualquer setor.

Os textos nos link são interessantes:
Innovation Excellence | Process Innovation – Zara
Business Insider 1 e 2
Zara reconstrói império espanhol
ESTRATÉGIAS DE ABASTECIMENTO NO VAREJO DE MODA: ILO 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O mito do mau aluno e porque o Brasil pode ser o líder mundial de uma revolução educacional

O paulistano Prof. Paulo Blikstein da Stanford University escreveu um cápitulo no livro Educação Online. O interessante é que o capítulo não tem muito a ver com ensino a distância ou blended learning.Trata sobre o potencial criativo nada explorado pelo sistema educacional brasileiro, e com belos exemplos mostra o que é possivel acontecer por todo o Brasil.

Para baixar o texto em PDF do site do Prof. Blinkstein

O professor Paulo é um dos elos junto com a Fundação Lemann que criaram uma oportunidade para formar líderes com foco na Educação de Vanguarda e de Resultados. Aqueles que acreditam que podem fazer a diferença através da educação vale a pena ver se se encaixa no perfil que o Programa Lemann Fellowship procura. Os candidatos não precisam ser pedagogos. Prof. Paulo é engenheiro metalúrgico pela USP e agora é professor de professores e trabalha com inovação e tecnologias na educação.





quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Recuperar a confiança criativa

A conferência de David Kelley ex-CEO da IDEO no TED em 2012, é inspirador e nos faz pensar, especialmente no que temos perdido com isto. David é conhecido também com um dos principais criadores do processos / metodologia Design Thinking.
Sua escola ou local de trabalho é dividido entre "criativos" versus pessoas práticas? Certamente, David Kelley sugere, a criatividade não é domínio apenas de um grupo privilegiado. Contando histórias de sua lendária carreira como designer e sobre sua própria vida, ele oferece maneiras de construir a confiança para exercer a criatividade... (Da seção do Design Studio TED 2012, curador-convidado Chee Pearlman e David Rockwell)

Para ver o vídeo em qualidade boa usar este link ou ver no youtube





Todos sabem que nascemos altamente criativos e que o sistema e ambiente que nos rodeia se encarrega de inibir gradualmente a nossa criatividade, tornando a maioria de nos em pobres medrosos do diferente e de idéias novas ou mesmo de sermos fonte de criatividade e inventividade. Poucos sobrevivem, ou seja, a grande maioria ganha uma fobia ao ato criativo, resultando em baixa capacidade e habilidade criativa.
Uma boa ideia mas ainda tímida é a prescrição e tratamento indicado por David Kelley para sermos curados de nossa falta de confiança criativa. Além do seu trabalho feito com alguns poucos sortudos no d.school - Stanford University e a lendária IDEO, a esperança de massificação da ideia é o livro dos irmão Kelley, David e Tom (o mesmo que escreveu o livro a “Arte da Inovação”), que acabam de  lançar Creative Confidence.

O principal efeito desta perda de confiança está em nosso modelo mental influenciado pelo nosso sistema cultural que respiramos e que alimenta nosso comportamento e atitudes, outro não menos importante é o sistema de educação que foi projetado para produzir mão de obra para as industriais e que já não é mais compatível com nossa realidade. Os sistemas de educação em nível global estão passando por um repensar para esta nova era e a conclusão é que precisamos mudar antes que percamos o trem da prosperidade baseado numa sociedade educada e civilizada. A coisa é que existem várias alternativas e modelos sendo testados e muitos deles muito promissores. Dentro destas experiências a única conclusão de apoio geral é que precisamos encontrar a saída de uma educação que deve avançar de ser centrada no professor para uma centralização no aluno de forma consistente e convincente, e isto é verdadeiramente complexo e precisamos de inovação radical e liderança competente. 

 Mas o que realmente importa é não deixar mais que crianças e jovens que frequentam a escola ou universidades no futuro próximo percam sua confiança criativa. Somos todos responsáveis por isto, precisamos exigir novos modelos de educação e que nossas crianças e jovens sejam orientados para uma sociedade mais criativa, é uma das maneiras de sairmos desta situação em que nos encontramos no contexto sistêmico global que evolui na sua problemática, criticidade e complexidade (aquecimento global, pobreza, modelo econômico capitalista, etc). Podemos afirmar que temos muita criatividade no mundo, nunca avançamos tanto em tecnologia ou novas formas de fazer as coisas. Mas acredito que perdemos a cada segundo ao saber que muitos de nossos jovens que poderiam tornar-se pessoas confiantes em sua capacidade criativa, a perdem nos bancos escolares todos os dias. A questão aqui é a perda do potencial criativo desta massa de pessoas sendo formada nas instituições de ensino. Da mesma maneira que as lacunas de aprendizagem, criamos lacunas enormes de falta de criatividade. 

A conferência no TED de Ken Robinson fortalece este ponto de vista, também vale rever os videos.









quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Os Moocs e o desafio de democratizar o conhecimento | PORVIR

A missão de democratizar o conhecimento de qualidade por meio dos Moocs (os cursos on-line, abertos e gratuitos ofertados por universidades de prestígio) ainda está por ser cumprida. Mesmo oferecendo livre acesso ao conteúdo de qualidade a qualquer estudante desde 2011 (ou com grande barulho em 2012), os Moocs ainda não conseguiram levar o conhecimento para todos os extratos da população mundial, especialmente aos mais pobres.  Isso é o que mostra recente pesquisa da Universidade da Pensilvânia publicada nesta semana. Segundo o estudo, cerca de 80% dos usuários dos cursos massivos provenientes de nações em desenvolvimento como Brasil, Rússia, China e África do Sul compõem a elite econômica de seus países. São estudantes e profissionais já formados que fazem parte de 6% da parcela mais rica de suas populações e que fazem os cursos, em sua grande maioria, em inglês.

Completo: Os Moocs e o desafio de democratizar o conhecimento | PORVIR:

Khan Academy: The future of education?

Seth's Blog : A productivity gap - yukimura.carlos@gmail.com - Gmail

Recebi este email do Seth´s Blog. Interessante!

A productivity gap

You'd think that with all the iPad productivity apps, smartphone productivity apps, productivity blogs and techniques and discussions... that we'd be more productive as a result.
Are you more productive? How much more?
I wonder how much productivity comes from new techniques, and how much comes from merely getting sick of non-productivity and deciding to do something that matters, right now.
Isaac Asimov wrote more than 400 books, on a manual typewriter, with no access to modern productivity tools. I find it hard to imagine they would have helped him write 400 more.
Sure, habits matter. So does getting out of your way. But if you want to hide, really want to hide, you'll find a way.
The instinct to produce great work doesn't require a fancy notebook.

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sábado, 14 de dezembro de 2013

Innovative Leaders: New Leadership for Innovation and Growth by Peter Fisk

Os slides de Peter Fisk são demais!. Gostei pelo conteúdo e design com estilo singular, especialmente para um tema tão batido como este.



domingo, 8 de dezembro de 2013

Thinkers 50 | Scanning, ranking and sharing the best management ideas in the world

Thinkers 50 | Scanning, ranking and sharing the best management ideas in the world:

Every two years at the Thinkers50 ceremony in London, management gurus are ranked according to how much their ideas are changing the world as well as the rigor of their research and how powerfully their ideas are presented. For the second survey in a row, Harvard Business School Professor Clayton Christensen has been named the world’s top management thinker.

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

The Sharp Edge of Innovation « Roberts Rules of Innovation

The Sharp Edge of Innovation « Roberts Rules of Innovation:

Realmente a encruzilhada da Gillette é percebida por todos. Comentei este tema em 2010 (ver aqui) segundo as teorias da curva S.
Os Jobs to be done (tarefas a serem feitas) são bem claros, basicamente, aparar os pelos do rosto de forma temporária ou em outros casos retirar os pelos sem causas de irritação, trauma ou outros efeitos na pele.
O surgimento de inovações disruptivas ou uma nova arquitetura tecnológica do aparelho são o que as ondas da inovação apontariam na busca por oportunidades pra sair de encruzilhadas como as da Gillette.  

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Algo realmente útil para a rapaziada do Ensino Médio: Um canal de Educação no Youtube disponibilizando 8000 aulas

Uma parceria entre o Google e a Fundação Lemann, YouTube EDU apresenta alguns dos vídeos de educação mais populares do YouTube. Neste primeiro momento, as aulas disponíveis são do Ensino Médio e de Língua Portuguesa, Matemática, Química, Física e Biologia. O canal será constantemente atualizado com novos vídeos e, em breve, incluirá também conteúdos do Ensino Fundamental e Ensino Superior. A curadoria dos vídeos foi feita por professores especialistas e altamente capacitados, selecionados e coordenados pela Fundação LemannNavegue!

As inovações disruptivas no setor da educação tem esta característica de alcançar escala significativa. Um belo exemplo do que se pode fazer com o Youtube que realmente vale a pena. 

A fundação Lemann também tem trabalhado com vídeos no modelo Salman Khan ou Khan Academy, um empreendedor social de alto nível, que tem recebido apoio significativo da Fundação Gates e Google entre outros. 

A seguir exemplo de um vídeo em inglês (voz de Sal) e o outro em português abaixo ou Veja aqui o Lemann - Khan Academy.




quarta-feira, 30 de outubro de 2013

The Seven Essential Characteristics of Innovative Companies | Innovation Management

The Seven Essential Characteristics of Innovative Companies | Innovation Management: "The Seven Essential Characteristics of Innovative Companies"

What makes a company innovative? Innovation is nothing more than a tool that enables companies to achieve unique, strategic goals. It should not simply be a slogan, nor an end unto itself, argues Jeffrey Baumgartner. To be truly innovative, an organization should have seven essential characteristics.

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FINEP 30 dias

Recebi um mail da inventta e achei interessante para quem deseja inovar ou mesmo reformular suas operações com dinheiro barato.

Temos acompanhado diversas publicações a respeito de um novo instrumento de apoio à inovação nas empresas: FINEP 30 dias. Nesta modalidade, pedidos de financiamento enviados ainda este ano, poderão ser concedidos no início de 2014!
A fim de facilitar a compreensão deste mecanismo, preparamos um breve resumo com informações mais objetivas sobre o tema.


O QUE É

A FINEP lançou em setembro de 2013 o FINEP 30 dias que consiste em uma metodologia com padrão internacional que visa simplificar os processos, aumentar a transparência, rapidez e a qualidade dos pareceres concedidos pelos analistas da Financiadora, focados especialmente nos processos de análise dos financiamentos concedidos através do Inova Brasil.
A Inova Brasil é uma linha reembolsável, ou seja, empréstimo de recursos em condições de prazos e taxas subsidiadas para projetos de inovação tecnológica nas empresas.
Todo o processo é realizado online, no qual as empresas precisam preencher apenas 2 formulários destinados a avaliar a empresa, suas características tecnológicas, informações financeiras e seu Plano Estratégico de Inovação.

PÚBLICO E VALORES

Esta linha é ideal para empresas sediadas no Brasil (independentemente da origem do capital controlador) com projetos de Inovação Pioneira, Contínua, Tecnologias Críticas ou Pré-Investimento, conforme a Política Operacional da FINEP 2013-2014. O mínimo financiável é de R$ 10 dez milhões.
As taxas do financiamento estão em torno de 3,5% a.a.; carência de até 4 anos e amortização (incluindo a carência) de até 10 anos.
Vale lembrar que a FINEP financia até 90% do orçamento proposto.

PRAZOS

A partir do preenchimento do formulário com as informações sobre o projeto, a FINEP terá até 30 dias para informar sobre a aprovação do financiamento. A contratação do financiamento deverá ocorrer no prazo de até 60 dias subsequentes, condicionada ao cumprimento das condições aprovadas e à apresentação da documentação completa exigida.
esquema

GARANTIAS

Para a obtenção do financiamento junto à FINEP deverão ser apresentadas Garantias Reais e Pessoais cumulativamente, exceto em caso de garantia por fiança bancária ou casos de Dispensa de Garantias.
1. Garantias Reais (Bens e Direitos): Imóvel; Bens Móveis; Direitos;
2. Garantias Pessoais: Fiança Bancária; Fiança Pessoa Jurídica; Fiança Pessoa Física

DISPÊNDIOS FINANCIÁVEIS

A relação de itens financiáveis nas operações reembolsáveis poderá abranger:
1. Pesquisa e Desenvolvimento: Remuneração de Equipe Própria; Consultoria Externa; Serviços de Terceiros; Registro de Marcas e Patentes/Certificações; Absorção/compra de tecnologia; Materiais de uso laboratorial
2. Máquinas e Equipamentos Nacionais
3. Máquinas e Equipamentos Importados
4. Demais Itens: Estudos e Projetos; Aquisição de Software; Obras Civis; Montagens e Instalações; Móveis e Utensílios; Treinamento; Despesas Pré-Operacionais; Viagens;
Energia

Colocamos-nos à disposição para maiores esclarecimentos.
+55 31 3337-7418
Antônio de Albuquerque, 1055
2º andar - Lourdes | Belo Horizonte - MG

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A Visit To Xerox PARC

"A Visit To Xerox PARC"

Gostei muito das fotos históricas que mudaram tudo no mundo da tecnologia e interface homem - computador no século XX e outras  perspectivas que estas fotos nos trazem. O PARC da Xerox realmente era visionário e consistente com a inventividade de altíssimo nível, mas pouco compreendido pela alta administração da empresa. Nos primeiros capítulos do livro Open Innovation de Chesbrough, o autor  descreve em detalhes os erros da Xerox com relação ao que a gigante perdeu ao não prestar atenção na sua capacidade de criar coisas nunca pensadas, algumas de ruptura e outras realmente radicais.

Xerox CEO Ursula Burns - In Photos: A Visit To Xerox PARC - Forbes:


Abaixo alguns links, a maioria em inglês sobre o XEROX PARC, somente poupei alguns segundo de pesquisa de vocês!

  - XEROS PARC HISTORY

 - HIGH TECH HISTORY OF XEROX PARCChristopher Hartman

 - Wikipedia - Xerox PARC

- THE NEW YORKER - CREATION MYTH


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Innovation Day - 16 e 17 de Outubro em Curitiba

Durante o período da tarde dos dias 16 e 17 de outubro acontece o Innovation Day em Curitiba, a programação inclui palestras e um painel,  que tem por objetivo oferecer aos empresários e a comunidade interessada, um evento que permita aprofundar conhecimentos relacionados a inovação, criatividade e tecnologias.  o evento estimula o diálogo sobre a Inovação e incentiva práticas inovadoras dentro de empresas paranaenses. Em sua 4ª edição do Innovation Day, é uma ótima oportunidade para você conhecer bons exemplos de inovação aplicada e ganhar resultados como maior sustentabilidade, produtividade e lucro.
É possível conferir a programação neste link.

Novamente a Apple lidera a lista das empresas mais inovadoras do mundo

"Inove ou morra" pode ser um clichê, mas inovação se tornou a base para qualquer estratégia de crescimento ou mesmo uma alternativa de garantia de sobrevivência. 
A Boston Consulting Group (BCG)  a um bom tempo fornece o ranking de classificação do Top 50 das empresas mais inovadoras. Nos relatórios podemos ver a consistência dos líderes e percebemos ao analisar o ranking dos anos passados que se manter no topo não é fácil e é para poucos. As veteranas IBM e GE são as que mesmo tendo tido algumas recaídas no passado e antes deste ranking surgir, historicamente sempre mostraram habilidade e cultura para surfar nas ondas da inovação que é chave para durar nos mercados atuais de alta transformação. Andy Grove é o que trouxe o discurso de uma postura assumida pelos líderes que desejam perseverar nos seus mercados e que devem encará-lo com um espírito de alguma maneira doentio para alguns e radical para outros : "Somente os paranoicos sobrevivem!". Ter um comportamento paranoico nos leva a uma reflexão e dizer se o capitalismo shumpeteriano nos leva a evoluir, mesmo com perdas no meio do caminho e o pior acelerando cada vez mais. Gerando perdas de valor de capital humano e de mercado. A minha esperança é que um dia descubramos ou inventemos maneiras de diminuir os estragos da destruição criativa! Por outro lado os cenários são desconcertantes, as previsões no universo shumpeteriano é que o tempo de vida médio das empresas chegue a 10 anos em 2020 segundo os estudos desenvolvidos por Foster e Kaplan da McKinsey.  O pior é que existe o fato das perdas de não inovar no quadro das previsões, se você não o fizer outros mesmo dentro de uma garagem o farão. Agora este pode estar em qualquer parte do planeta. No passado as probabilidade eram menores, estas se restringiam a lugares como Silicon Valley ou em algumas universidades como Stanford ou MIT, hoje pode ser qualquer lugar do planeta, com algum ecossistema de inovação é possível.
A meta é humanizar os mercados e a questão é se não existem outras formas de mudar a lógica de desenvolver e evoluir os mercados?.

Apple Tops List of World's Most Innovative Companies... AgainTerminando meu discurso na busca de humanizar os mercados e criar novas perspectivas para o capitalismo continuo a minhas percepções do relatório da BCG. 
Algumas mudanças na lista são interessantes e mostra que a inovação não é mais o terreno exclusivo dos negócios voltados a TI e WEB. O Google escorrega da segunda para a terceira posição e a Samsung que mostrou ser um player que leva muito a sério a inovação na sua estratégia de crescimento, agora escala de uma posição 26 em 2008 ocupando agora a segunda posição que Google a um bom tempo ocupava com orgulho de somente perder para a Apple. Pelos resultados de mercado podemos constatar do porque da queda da japonesa Sony que foi atingida em cheio pela disciplina inovadora da coreana Samsung. Um sinal curioso é que a lista mostra mudanças significativas na natureza dos setores dos players da inovação que fazem parte da lista. Pela primeira vez a lista tem mais fabricantes de automóveis do que empresas tech no Top 20. Eu realmente acreditava que a maioria das grandes montadoras estavam passando por uma transição obrigadas pelas inovadoras disruptioras e a commoditização resultante dos esforços pelas marcas emergentes coreanas e chinesas. Parece que as regras do jogo podem mudar, os novos modelos híbridos (eletro + combustível) ou mesmo elétricos puros como é o caso do Tesla, pequena porém com um grande futuro são as grandes mudanças no setor.  O mercado tem muito boas expectativas com esta nova montadora.
Armazenamento de energia ou mais conhecida por baterias de alta performance e carga rápida, é uma onda se formando e tecnologias que deverão ser o grande propulsor de inovações radicais ou mesmo disruptivas.

Para maiores detalhes acessar o Report Most_Innovative_Companies_2013

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

LEI DE MOORE - Silicon daddy: Moore's Law about to be repealed, but don't blame physics • The Register

Silicon daddy: Moore's Law about to be repealed, but don't blame physics • The Register:

A lei de Moore por muito tempo foi implacável e parece que seus dias estão contados, e pelos especialistas a data seria 2022.  Os grandes saltos de desempenho previstos pela lei de Moore estão chegando ao fim. O pessoal da alta tecnologia de processadores chegou ao nível atômico e se saber que neste ponto a coisa é governada por outras variáveis e fatores. A questão precisa ser superada com uma nova arquitetura.

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

TechShop is America's 1st Nationwide Open-Access Public Workshop -- What Do You Want To Make at TechShop?

TechShop is America's 1st Nationwide Open-Access Public Workshop -- What Do You Want To Make at TechShop?:



TechShop um conceito de espaço aberto para inovadores, ideia simples e relevante. Mostra claramente que existe espaço para inovação no hardware. Grandes inovações podem vir do pessoal que gosta mexer nas coisas físicas (hardware). Este é um pequeno exemplo do porque os Estados Unidos ainda é o país da inovação.

A Bloongberg TV fez uma reportagem a respeito.

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The Real Neuroscience of Creativity | Beautiful Minds, Scientific American Blog Network

The Real Neuroscience of Creativity | Beautiful Minds, Scientific American Blog Network:

So yea, you know how the left brain is really realistic, analytical, practical, organized, and logical, and the right brain is so darn creative, passionate, sensual, tasteful, colorful, vivid, and poetic?

“cognition results from the dynamic interactions of distributed brain areas operating in large-scale networks.”

Acontece sempre, os especialistas estavam errados, a criatividade era um pouco mais sistêmica, complexa e humana do que pensávamos. Criatividade é intelectual, memoria (de longo e curto prazo), lógica, analítica, emocional e sensorial, tudo ao mesmo tempo. É tudo interligado em diversas redes no cérebro. Por isto que a afirmativa continua sendo válida, que qualquer mortal pode ser criativo e inovador a sua maneira.  

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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Qualidade desde o Projeto

Postei o material abaixo no Slideshare que uso nos cursos de Engenharia da Qualidade. Quem quiser pode baixar os slides nos links do próprio Slideshare.

A Engenharia da Qualidade é uma das armas secretas das empresas que conseguiram implantar no seu DNA a função qualidade. Essencialmente para empresas que evoluem nas suas competências de P&D.
Muitos dirão que agora é Six Sigma (SS), não nos iludamos, o Six Sigma foi desenvolvido pela Motorola mas suas bases estão inteiramente na Engenharia da Qualidade primeiro e é claro as outras partes são contribuição dos avanços na Gestão de Projetos e Gestão da Qualidade. Entendo que o SS propõe uma estrutura e tática de trabalho muito prática e focada no alto desempenho. Os Black Belts e os outros belts são uma grande sacada de como o trabalho em formato de força tarefa na busca da eficiência operacional funciona muito bem para as empresas, que o diga Jack Welch ex-CEO da GE. Quando o culto à eficiência operacional nas camadas táticas caiu e novos padrões na busca da eficiência operacional nascem, onde a sacada agora é projetar as coisas com qualidade desde o seu conceito. A melhoria operacional avança para níveis acima dos programas Six Sigma e questões como Projeto e Design de Sistema Produto, Processo e de Produção de forma integrada se tornam fundamentais na busca da eficiência operacional. Até mesmo questões como modelo de negócios, plataforma e estratégias de inovação dos sistemas operacionais são fundamentais para esta nova estratégia de operar e ser melhor que o concorrente. Mas isto é outro aspecto que podemos tratar em outro post. 
A Engenharia da Qualidade surge das práticas e experiências de empresas japonesas que obtiveram grandes resultados com a utilização intensiva de técnicas estatísticas e a integração e uso a outros métodos na busca incansável da melhoria contínua e  inovação. O grande avanço tecnológico japonês foi sem dúvida alguma e sem nenhuma vergonha ou sentimento de culpa com o uso da engenharia reversa e para tal a Engenharia da Qualidade foi a abordagem técnica chave. 
Historicamente Walter A. Shewhart e Genichi Taguchi são os pais da Engenharia da Qualidade. Pelas minhas pesquisas Taguchi foi muito mais ousado na sua contribuição e trouxe novas formas de ver o controle da qualidade. On-line and Off-line Quality Control é como Taguchi batiza as duas práticas do controle da distinguindo o que acontece no gemba e o que acontece nos laboratórios de projeto e outras fases de adição de valor. Resumindo o CQ deve cobrir todas as etapas desde o conceito, desenvolvimento, lançamento, produção (on-line), vendas, entrega, uso e descarte do produto, criando uma nova perspectiva na busca de uma qualidade assegurada. Para Taguchi a qualidade deve trazer a mínima perda para a sociedade. Para Taguchi a qualidade deveria ser quantificada pela mínima perda pago pela sociedade. Ou seja quando o produto foi projetado para ter um desempenho de 50 unidades e este é produzido com 49,99 de unidades de desempenho a diferença representa uma perda. Taguchi desenvolveu a Função de Perda onde a qualidade poderia ser quantificada em unidades monetárias de perda. Uma linguagem com melhor sintonia para o que a gerencia espera como indicador da qualidade não acham?.
Por outro lado também no mundo da Engenharia da Qualidade outros dois instrumentos muito importantes para projetar produtos e processos com maior confiabilidade é o FMEA e FTA. Instrumento que nasce na indústria aeroespacial que utilizava o mais sofisticado e moderno no âmbito da engenharia da confiabilidade e que os japoneses descobriram e decidiram que seria útil e importante seu uso na industria de transformação japonesa. Todos sabemos qual foi o resultado disto, os japoneses conseguiram quebrar todos os paradigmas de garantia da qualidade praticados nos anos 80 e 90. Era impressionante como a Honda entrou com o sedã Accord no mercado americano onde a prática de garantia era de menos de um 1 ano para 3x isto. Vocês devem lembrar as TVs japonesas de marca Sony ou Mitsubishi quebrar todas as regras do jogo com garantias de anos a perder de vista que a concorrência não conseguia imitar. A estratégia japonesa era pegar no ponto fraco, a baixa expectativa dos clientes ocidentais e criar um novo nível de expectativa nos clientes, cumprindo com ela era ganho seguro.
Sei que estou simplificando muito a história, faz parte do jogo dos blogueiros, me perdoem os habituados a uma história com detalhes e referências.






sexta-feira, 12 de julho de 2013

Os 5 momentos da Gestão Estratégica

Planejamento estratégico para os iniciantes é o primeiro passo na busca da almejada gestão estratégica. A minha experiência participando em vários processos de implementação de modelos de gestão estratégica me levou a pensar nas teorias e o que é necessário levar em conta ao implementar o complexo processo de gestão pela cúpula estratégica. Para isto desenvolvi os 5 grandes momentos da gestão estratégica ou a visão sistêmica na busca de uma execução da estratégia de forma competente. É claro que parece algo sequencial por isso não chamei de passos ou etapas. Na verdade é um a dinâmica com várias variáveis que fazem parte do jogo de descoberta e causa e efeito, onde os gestores devem evoluir de um mestre planificador para uma condição de pensador estratégico e hábil na execução da estratégia, resumindo posicionar e diferenciar-se dos demais. Por isso que sempre defino que estratégia é ficar o mais longe e diferente dos concorrentes e o mais perto e atrativo para os clientes de valor.



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Pesquisa com CEOs dizem que investir em inovação não está valendo a pena

Um novo estudo da Accenture, "Inovação de  baixo risco é caro", constatou que menos de um em cada cinco executivos acredita que seus investimentos estratégicos em inovação estão pagando a conta, e que este histórico ruim está começando a desencorajar as empresas a assumir riscos .
Accenture pesquisou 519 empresas em mais de 12 setores da indústria na França, Grã-Bretanha e os EUA onde mais da metade (51 por cento) dos entrevistados relataram ter aumentado recentemente o financiamento para a inovação em suas empresas. Quase todos (93 por cento) dizem que o sucesso a longo prazo da estratégia de negócio da sua organização depende da sua capacidade de inovar.
Apesar da importância que se atribui a esta lógica empresarial de inovar ou morrer, apenas 18 % dos CEOs dizem que estão vendo retorno dos seus investimentos em inovação. 

"Os entrevistados também têm uma resposta e apontam o que está acontecendo. Eles estão cientes de que uma abordagem cautelosa e que os investimento reduzido pelas empresas para gerar renovação ou, na melhor das hipóteses, inovação incremental é uma estratégia potencialmente perigosa. Ao instalar sistemas formais para gerir a inovação, as empresas podem se proteger de tais riscos. Empresas capazes de inovar ao nível de inovação radical (ou mesmo disruptiva) são muito mais propensas a dominar e prosperar nos novos mercados que eles criam. Eles também podem posicionar-se para dominar a mudança."

Interessados no relatório completo ver aqui.

Os dados mostram que mesmo em países desenvolvidos o discurso é um e na hora de colocar a mão no bolso para inovar radicalmente é outro. Para inovar a empresa não pode colocar todas suas fichas em projetos de desenvolvimento, é necessário apostar em mudança de cultua, sistema operacional, gestão, competências e processos para ganhar capacidade de garantir inovação.  Lembro de um estudo da IBM em 2006 com entrevistas feitas com 765 CEOs executivos empresariais e líderes do setor público em todo o mundo, onde os CEOs apontavam que inovação é a prioridade número um. 
"Um total de 65% dos executivos-chefes e outros líderes dizem que suas empresas precisarão passar por mudanças fundamentais durante os próximos dois anos. Novos produtos e serviços continuam a ser prioridade, mas esses profissionais dão cada vez mais ênfase à inovação dos seus modelos de negócio como forma de se diferenciarem" 


Não é muito adequado cruzar pesquisas como estas de forma simplista como vou fazer no meu comentário. Uma leitura usando uma lógica simples nos resultados da Accenture mostra que na realidade os CEOs preferiram não arriscar e continuar com modelos de inovação conservadores. 

domingo, 31 de março de 2013

Design Thinking




A inovação guiada pelo design veio complementar a visão do mercado de que para inovar é preciso focar no desenvolvimento ou integração de novas tecnologias e na abertura e/ou atendimento a novos mercados. Além desses fatores tecnológicos e mercadológicos, a consultoria em Design Thinking inova principalmente ao introduzir novos significados aos produtos, serviços ou relacionamentos.
Ao desafiar os padrões de pensamento, comportamento e de sentimento “Design Thinkers” produzem soluções que geram novos significados e que estimulam os diversos aspectos (cognitivo, emocional e sensorial) envolvidos na experiência humana.
O objetivo desta leitura é propagar no Brasil a cultura do design como uma ferramenta estratégica para as empresas, bem como a percepção de que a possibilidade de retorno financeiro está, muitas vezes, atrelada à capacidade de abordar as mesmas questões por novos ângulos.
Este livro apresenta um conjunto de métodos usados no processo de Design Thinking aplicados a situações empresariais, ilustrados através de cases genuinamente brasileiros, para inspirar e auxiliar na empreitada rumo à inovação.

(Material fornecido pela editora)

Informações técnicas

Autores: Maurício Vianna, Ysmar Vianna, Isabel K. Adler,
Brenda Lucena, Beatriz Russo
ISBN: 978-85-65424-00-4 EAN: 9788565424004
Formato: 18,5x23cm Acabamento: Brochura Cores: 4x4
Número de páginas: 164 Peso: 460 g Preço de capa: R$ 40,00
http://livrodesignthinking.com.br/
Contato:
Telefones: + 55 (21) 2532 6423 ramal 0296
E-mail: janaina.vieira@mjv.com.br e/ou brenda.lucena@mjv.com.br

terça-feira, 5 de março de 2013

Desligue o barulho, diz Carlos Santana "On Creativity In Business And Art - Forbes"

Carlos Santana On Creativity In Business And Art - Forbes:



Os líderes de negócios podem aproveitar o poder de sua imaginação, mas eles precisam desligar primeiro o barulho, diz a lenda da música Carlos Santana. Isso significa desligar os eletrônicos - até mesmo o seu som - e simplesmente parar para pensar e sonhar. Explica Carlos Santana "Nossa imaginação é como um músculo. Se você tomar o tempo necessário para sentar e simplesmente fechar os olhos e imaginar coisas, é como um músculo que você desenvolve".


segunda-feira, 4 de março de 2013

Você não pode inovar através de reuniões, somente

Sessões de brainstorming são uma forma ruim para tentar resolver problemas complicados, escreve Debra Kaye  explica. "Novas ideias surgem quando seu cérebro está relaxado e envolvido em algo que não seja o problema específico que você está envolvido em ... Este é o oposto do que acontece em sessões de brainstorming". Ver post em inglês na revista Fast Company

Brainstoming tem seu momento de usar na hora, equipe e local apropriado. Tenho participado muito de brainstormings, mas sinto que sempre faltou algo e quando vemos o filme da experiência de como funcionam os Brainstormings na IDEO, consigo entender o que faltava. Novamente  coloco os filmes para quem interessar ver inovação em ação na super premiada empresa de Design IDEO (ABC Nightline - IDEO Shopping Cart) .







domingo, 3 de março de 2013

Google Glasses: Gostei !!

Este produto pode ser algo realmente revolucionário e pode se tornar um disruptor de muitos produtos de comunicação que conhecemos. O tempo dirá. Google tem tudo para dar visibilidade e uma empurrada boa e força na difusão necessária a esta inovação. Há pelo menos 15 anos desde que tive conhecimento do conceito. A ideia vinha sendo pesquisada desde os anos de 1980  (ver History of Mobile Augmented Reality) . Outros pioneiros que tinha informação, mas somente de pesquisas é o projeto MIThril no MIT Media Lab e outros anteriores a este.
Pelo que encontrei na web Steve Mann (canadense de Hamilton, Ontario) é reconhecido como o "father of wearable computing" ou "pai da computação vestível".



O design é radical e bom potencial de que pode cumprir com tarefas que pessoas em certas circunstâncias precisam realizar.


O cara por traz da difusão (Sergey fundador da Empresa Google)






Nos tempos remotos desta tecnologia a pessoa precisava andar com um PC na mochila para poder conectar. Agora a portabilidade é impressionante.


Touring Machine, the first mobile augmented reality system (MARS) - 1997


Apple Remains World's Most Admired Company, Followed by Google and Amazon - Forbes

Apple Remains World's Most Admired Company, Followed by Google and Amazon - Forbes:

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Is Samsung The New Apple, Revisited - Forbes

Is Samsung The New Apple, Revisited - Forbes:

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Why Apple Is Not The World's Most Innovative Company - Forbes

Why Apple Is Not The World's Most Innovative Company - Forbes:

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